Sunday, May 15, 2016

Via Sri Prem Baba: Flor do dia / Flor del dia / Flower of the Day – 15/05/2016

“Quando se permite sentar por alguns minutos, alinhando o corpo, fechando os olhos e concentrando a atenção na respiração, você se coloca no aqui-agora; você se coloca presente. E somente na presença você pode observar; somente na presença a consciência pode expandir. Ao observar, é possível perceber que existe uma canção psicológica, um fluxo de pensamentos repetitivos com o qual você está identificado. Estar identificado significa que isso te dá um senso de identidade. A sua consciência está presa nesse ponto. Então, o próximo passo é dissociar-se disso. Ao observar a mente, você deixa de ser a mente. Assim a identificação começa a perder força.”

“Cuando te permites sentarte por algunos minutos, alineando el cuerpo, cerrando los ojos y concentrando la atención en la respiración, te colocas en el aquí-ahora; te colocas presente. Y solamente en presencia puedes observar; solamente en presencia la conciencia puede expandirse. Al observar, es posible percibir que existe una canción psicológica, un flujo de pensamientos repetitivos con los cuales estás identificado. Estar Identificado significa que esto te da un sentido de identidad. Tu conciencia está presa en este punto. Entonces el próximo paso es disociarte de esto. Al observar la mente, dejas de ser la mente. Así la identificación comienza a perder fuerza.”

“When we allow ourselves to sit for a few minutes, align the body, close our eyes and place our concentration and attention on our breath, we bring ourselves back to the here and now and we become present. It is only from this presence that we are able to observe, and expand our consciousness. As we continue observing, we may perceive that there is a psychological track playing in our minds: a flow of repetitive thoughts that we are identified with. Being identified with these thoughts means that they are giving us a sense of identity and our consciousness is fixated upon this identity. The next step to be taken is to de-associate ourselves from this identity. As we observe the mind, we stop being the mind. Consequently, the identification begins to lose its strength.”

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