A personal blog by a graying (mostly Anglo with light African-American roots) gay left leaning married college-educated Buddhist Baha'i BBC/NPR-listening Professor Emeritus now following the Dharma in Minas Gerais, Brasil.
Thursday, October 22, 2026
Via FB \\ THINK ABOUT THIS FOLKS...
THINK ABOUT THIS FOLKS...
REFLETAM SOBRE ISSO, PESSOAL...
Um fazendeiro, cansado de ver ratos destruindo suas plantações e roubando seus grãos, elaborou um plano engenhoso, porém cruel. Ele jogou um porco morto dentro de um poço profundo e abandonado. Atraídos pelo cheiro, quase 80 ratos correram para dentro do poço para se banquetear com a carcaça. No início, tudo parecia maravilhoso. Havia comida de sobra para todos, e os ratos comeram até ficarem satisfeitos.
Mas, quando a comida acabou, eles descobriram algo aterrorizante: as paredes do poço eram íngremes demais para serem escaladas. Eles estavam presos. Os dias passaram, e a fome transformou-se em desespero. O desespero transformou-se em agressividade. Os ratos, que antes comiam pacificamente uns ao lado dos outros, começaram a lutar pela sobrevivência. Por fim, passaram a matar e a devorar uns aos outros.
Um a um, o número deles diminuiu, até que restou apenas um único rato. Seus olhos estavam injetados de sangue; ele havia sobrevivido consumindo os da sua própria espécie. Então, o fazendeiro voltou, baixou uma corda no poço e resgatou o último rato sobrevivente. Mas ele não o salvou por bondade ou compaixão.
O fazendeiro sabia que aquele rato havia aprendido a sobreviver caçando outros ratos. Ao soltá-lo em suas terras, o animal continuaria matando seus semelhantes, em vez de comer os grãos. O fazendeiro transformara seu inimigo em sua maior arma.
Essa é a lição do "dividir para conquistar". Aqueles que controlam a armadilha não precisam lutar as batalhas por conta própria; eles simplesmente criam as condições para que os outros se voltem uns contra os outros.
Os ratos acreditavam que seus inimigos eram os outros ratos. Eles jamais perceberam que o verdadeiro inimigo era o fazendeiro que os havia colocado ali.
O maior perigo nem sempre é o inimigo que está diante de você. Às vezes, é aquele que criou o conflito e permanece ali, observando em silêncio enquanto vocês se destroem mutuamente.
Antes de se voltar contra o seu próximo por causa de convicções políticas, pergunte a si mesmo: quem se beneficia ao manter os americanos divididos? Enquanto brigamos uns com os outros — republicanos contra democratas —, talvez estejamos ignorando aqueles que lucram com esse conflito. Talvez a verdadeira questão não seja de que lado você está, mas quem construiu o poço — e por que querem que a gente lute lá no fundo dele.
Via Daily Dharma: Absolute Stillness
|
|





